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  • 26/09/2022
  • Por dentro do Parque

Notícias

Criptomoedas: entenda o que são e como funcionam

  • 26/09/2022
  • Por dentro do Parque
“As criptomoedas terão outro papel, talvez o de criar uma economia da nova evolução da internet, a Web3 e do Metaverso”, acredita o especialista Luiz Felipe Ribeiro

Foi em 2009 que um usuário de internet com o pseudônimo Satoshi Nakamoto criou a Bitcoin. Essa foi a primeira criptomoeda, ou seja, a primeira moeda digital descentralizada, que usa as tecnologias blockchain e criptografia tanto para dar segurança às transações quanto para possibilitar a criação de novas unidades de moeda.

De 2009 para cá, as criptomoedas ganharam visibilidade, defensores e investidores. Em um mundo cuja realidade é cada vez mais virtual e onde o metaverso é um futuro já presente, o fortalecimento de meios financeiros de troca 100% digitais é previsível – e irreversível.

Mas muita gente ainda considera a criptomoeda um terreno pantanoso, de difícil compreensão e acesso. Para entender mais sobre esse universo das cibermoedas, batemos um papo com o Coordenador no Inova CCMN e Chief Research Officer no LabEdge Núcleo de Computação Eletrônica Instituto Tércio Pacitti de Aplicações e Pesquisas Computacionais (NCE) da UFRJ, Luiz Felipe Ribeiro.

PARQUE: O que é uma criptomoeda?

LUIZ: Uma criptomoeda é uma espécie de moeda digital que não depende de uma autoridade central para mantê-la. O nome se origina do fato que suas transações são altamente criptografadas (normalmente em um livro-razão digital como o Blockchain), tornando as trocas bem seguras. Muitas criptomoedas têm seu supply limitado, o Bitcoin por exemplo possui apenas pouco mais de 19 Milhões de Bitcoins em circulação de seu suprimento total de 21 Milhões a ser minerado até o ano de 2140, aproximadamente. A escassez leva a uma maior demanda, aumentando o seu valor.

P: O que é mineração?

L: Nas criptomoedas com a tecnologia Proof-of-Work, ou Prova de Trabalho, como no caso do Bitcoin, a mineração é o processo pelo qual novos Bitcoins são colocados em circulação e também a forma como a rede confirma novas transações, consolidando-as em um bloco.

Os computadores competem na resolução de um complexo problema de matemática computacional, normalmente utilizando para isto hardwares específicos: as ASICs – Circuitos Integrados de Aplicação Específica (no caso do Bitcoin) e GPUs – Unidades de Processamento Gráfico (no caso do Ethereum antes do ETH 2.0). O primeiro computador (ou pool de computadores) que consiga encontrar a solução do problema recebe o direito de criar o novo bloco e recebe criptomoedas por isto.

A quantidade de criptomoedas varia com o tempo, no caso do Bitcoin, em aproximadamente 4 em 4 anos a recompensa é diminuída pela metade. Em 2009 o Bitcoin recompensava os mineradores com 50 Bitcoins, hoje o prêmio são apenas 6,25, em 2024, a metade disso.

P: Quais criptomoedas são mais famosas?

L: O Bitcoin sem dúvida é uma das criptomoedas mais famosas, mas temos também o Ethereum, BNB, Ripple, Cardano, Solana e as memecoins Dogecoin e Shiba Inu

P: Qual a tendência das criptomoedas?

L: No momento, o mercado de criptomoedas está atravessando um Bear Market, com muito pessimismo.
No entanto, vejo alguns pontos positivos:

Projetos ruins e centralizados vão sendo expurgados e com isso temos um freio na especulação quase maníaca dos investidores de varejo, cegos pelo “Fear of Missing Out”. Um grande exemplo foi o colapso da criptomoeda LUNA.
E com isso os bons projetos, principalmente aqueles com utilidade real, passam a ganhar força.

P: As criptomoedas substituirão o dinheiro?

L: Eu diria que as criptomoedas podem e são capazes de substituir o dinheiro sim, no entanto, no estágio atual, não são trocadas como moedas de fato, mas como ativos digitais, e, portanto, propensas à especulação.

Arriscando prever o futuro, eu diria que a tendência é que o dinheiro seja transformado em criptomoeda, não o contrário. E acredito que as criptomoedas terão outro papel, talvez o de criar uma economia da nova evolução da internet, a Web3 e do Metaverso.

P: Vale a pena investir em criptomoedas?

L: Criptomoedas são ativos de altíssimo risco e eu não recomendaria investir cegamente.
Não invista em criptomoedas desconhecidas e desconfie de influencers falando de forma muito entusiasmada sobre determinado ativo com promessas de ganhos de 10x ou mais.

Em geral, estude muito! Leia os whitepapers de cada projeto, a começar pelo paper original do Bitcoin. Atenção para as narrativas e tendências (pergunte-se: tal tendência chegou pra ficar ou é passageiro?), evite o FOMO, ou seja, compre quando ninguém estiver comprando, aposte em projetos mais sólidos e com tempo de estrada, longo prazo sempre e mais importante que tudo: nunca invista o que você não possa perder.

  • criptomoeda, criptomoedas, economia, metaverso, moeda digital, tecnologia

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