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Projetos especiais

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) produz uma quantidade expressiva de conhecimento voltado para pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I).

O Programa Projetos Especiais da UFRJ consiste no apoio a essas iniciativas institucionais, em diversas áreas do conhecimento, que privilegiam abordagens interdisciplinares, equipes multidisciplinares e ações em rede.

Editais
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Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

A proposta dos Projetos Especiais está relacionada diretamente aos esforços para a superação dos desafios globais enfrentados pela humanidade. Por isso, para ser selecionada, a iniciativa deve dialogar com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), especificamente com pelo menos um dos 17 ODS a seguir:

  • ODS 1 – Erradicação da Pobreza
  • ODS 2 – Fome Zero e Agricultura Sustentável
  • ODS 3 – Saúde e Bem-Estar
  • ODS 4 – Educação de Qualidade
  • ODS 5 – Igualdade de Gênero
  • ODS 6 – Água Potável e Saneamento
  • ODS 7 – Energia Acessível e Limpa
  • ODS 8 – Trabalho Decente e Crescimento Econômico
  • ODS 9 – Indústria, Inovação, Infraestrutura
  • ODS 10 – Redução da Desigualdades
  • ODS 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis
  • ODS 12 – Consumo e Produção Responsáveis
  • ODS 13 – Ação Contra a Mudança Global do Clima
  • ODS 14 – Vida na Água
  • ODS 15 – Vida Terrestre
  • ODS 16 – Paz, Justiça e Instituições Eficazes
  • ODS 17 – Parcerias e Meios de Implementação

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FAQ

Tire suas dúvidas

O que é o Programa Projetos Especiais da UFRJ?

É um programa do Parque Tecnológico da UFRJ de apoio a projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) da universidade que priorizem abordagens interdisciplinares, equipes multidisciplinares e ações em rede nas mais diversas áreas do conhecimento.

Quem pode submeter projetos?

Corpo social da UFRJ (docente, discente e técnicos administrativos)

Como inscrever um projeto?

A inscrição é feita online, neste link.

Quais os requisitos para ser um Projeto Especial selecionado?
  • Ser um projeto de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) desenvolvido pelo corpo social da UFRJ.
  • Contribuir para os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), descritos no edital.
  • Envolver pelo menos dois centros da UFRJ ou duas unidades da UFRJ ou dois laboratórios da UFRJ.
  • Possuir equipe multidisciplinar, com a presença de alunos de graduação e pós-graduação
O Projeto Especial selecionado pode deixar de receber o apoio?

Sim. O Comitê Permanente de Acompanhamento dos Projetos Especiais a cada semestre (após apreciar Relatório de Monitoramento e Acompanhamento de Projetos Especiais) emitirá um parecer pela continuidade, com ou sem ressalvas, ou pela interrupção imediata do projeto.

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Projetos apoiados em anos anteriores

Cartografias literárias no Rio de Janeiro

A proposta deriva do projeto de extensão que tem como finalidade pensar a cidade do Rio de Janeiro como uma “cidade literária” dentro da amplitude do conceito de “Cidades Criativas,” (UNESCO- Rede de Cidades Criativas), conceito esse que aponta para agregar valor aos aspectos culturais e literários de uma cidade, além de buscar o equilíbrio entre a tradição e a inovação.

Nesse sentido, o caudal cultural de uma cidade pode ser uma via para redução da desigualdade social, na medida em que ele se torna capital cultural da cidade, transformando-se, assim, em um valor que pode trazer benefícios para toda a sociedade.

Nesse projeto, pretende-se elaborar um Atlas das paisagens literárias da cidade do Rio de Janeiro online, (site/open access) para divulgação dos aspectos literários da cidade. No bojo do projeto, são contemplados também os “passeios literários” pelo centro da cidade e outros espaços históricos que tenham sido referenciados na literatura, levando os participantes a vivenciarem cenas literárias em diversos momentos da história do Rio de Janeiro nos períodos Colonial, Imperial e Republicano.

Tal projeto tem como uma de suas finalidades promover reflexões sobre a cidade e suas referências nas mais diversas obras literárias, gerando também produtos que poderão ter valor agregado ao turismo da cidade, como souvenires e roteiros literários.

Verba destinada: R$ 41.200,00
Tempo de execução: 1 ano
Coordenador: Luciana Marino do Nascimento
Unidade da UFRJ: Faculdade de Letras

Bot Cidadão no Telegram: novas ferramentas para a inclusão social?

 

O BotCidadão é um chatbot desenvolvido pela equipe do projeto no aplicativo Telegram com o objetivo de informar e engajar mais cidadãos nas decisões políticas de sua comunidade ou território.

O chatbot funcionará enquanto ferramenta de mensagens que dispara textos com informações ou links para informar melhor o usuário e garantir o exercício da democracia. A pesquisa e a programação do robô serão inteiramente realizadas pelos membros da equipe.

O projeto tem como público inicial a comunidade acadêmica da UFRJ e os moradores da Maré. Essas comunidades foram escolhidas inicialmente devido à proximidade com o projeto e facilidade de implementação, além de começar em uma escala menor e poder comparar os resultados.

À medida em que o acesso à informação será disponibilizado aos interessados, a iniciativa deseja impactar na gestão das políticas públicas, aumentando a incidência política nesses territórios.

Verba destinada: R$ 50.000,00
Tempo de execução: 1 ano
Coordenador: Lalita Kraus
Unidade da UFRJ: Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional – IPPUR

Cidade Universitária Sustentável: AIoT para ações de biossegurança e de gestão de risco em emergências

A Artificial Intelligence + Internet of Things (AIoT) é uma importante tendência computacional baseada na ideia de processamento de algoritmos de Inteligência Artificial (IA) diretamente em dispositivos conectados móveis e/ou de borda, em oposição à computação de IA em cloud/fog.

O campo de Cidades Inteligentes constitui um dos maiores beneficiários potenciais de AIoT, principalmente no que tange à sustentabilidade socioambiental e à biossegurança. Além do uso de câmeras IP, roteadores de WiFi, sensores de gases, fumaça, umidade/inundação e de drones de curto alcance, o uso voluntário de aparelhos celulares da comunidade da UFRJ, especialmente da equipe de brigadistas voluntários, estão previstos como nos terminais e agentes de borda em uma arquitetura AIoT.

O estabelecimento desse projeto permitirá a realização de monitoramento em tempo real, além de proporcionar minimização de riscos à saúde em situações de emergências química, biológica e radiológica, em inundações e em incêndios.

Verba destinada: R$ 148.200,00
Tempo de execução: 1 ano
Coordenador: Priscila Machado Vieira Lima
Unidade da UFRJ: Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia – COPPE

Mobilidade Sustentável na Cidade Universitária da UFRJ

 

Diversos Campi Universitários já são protótipos de divulgação dos conhecimentos científicos por eles gerados, através das suas construções, exposição in loco e outras soluções, gerando benefícios para a sociedade. Essa divulgação, através da “construção” e exposição dos resultados científicos, resulta em incentivo à população de um país em relação aos estudos e, com isso, ao seu desenvolvimento.

Nosso modelo de Cidade Universitária, ideal para a divulgação da ciência, tem como proposta inicial o tema “Conexões sustentáveis em cidades”. Nossa proposta é desenvolver edital para realização de concurso a fim de incentivar a elaboração de estudo preliminar para a implantação de um sistema de transporte para a Cidade Universitária da UFRJ, utilizando a tecnologia MagLev-Cobra (Veículo de Levitação Magnética).

A tecnologia MagLev-Cobra já está desenvolvida por engenheiros da UFRJ, porém o meio onde ele vai transitar precisa ser elaborado com parâmetros atuais.

Verba destinada: R$ 50.000,00
Tempo de execução: 1 ano
Coordenador: Patricia Figueira Lassance dos Santos Abreu
Unidade da UFRJ: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – FAU

Produção de Biogás: tecnologias sustentáveis aliadas ao ensino baseado em projetos

 

O ambiente escolar tem grande potencial para a disseminação de valores e práticas socioambientais sustentáveis. O aproveitamento energético e o benefício ambiental previstos nas tecnologias de produção de biogás são indiscutíveis.

O fornecimento de refeições em escolas públicas acarreta na problemática da geração de resíduos alimentares. Uma alternativa para amenizar a destinação inadequada destes resíduos em aterros sanitários (incluídos nas metas do ODS 11) e a contaminação dos corpos hídricos (ODS 6) é a utilização dessa biomassa como fonte para geração de energia através do uso de biodigestores.

O objetivo é a implementação de biodigestores na Escola Municipal Olga Benário Prestes, em Macaé/RJ, para o uso no preparo das refeições. Um dos subprodutos gerados pelo sistema, o biofertilizante, poderá ainda ser utilizado em hortas da própria escola ou em seu entorno.

A implementação desta tecnologia poderá auxiliar no processo de ensino e aprendizagem por meio de metodologias ativas, gerando a conscientização da comunidade escolar acerca dos temos preconizados pelos ODS 6 e 11.

Verba destinada: R$ 20.000,00
Tempo de execução: 1 ano
Coordenador: Mario Sergio Schultz
Unidade da UFRJ: Instituto de Biodiversidade e Sustentabilidade – NUPEM

Caronaê

O Caronaê é direcionado a comunidades que concentram deslocamentos com base diária, organizando o compartilhamento de vagas em veículos particulares (caronas). A iniciativa recebeu o 1º lugar no “Concurso Soluções Sustentáveis”, Fundo Verde/UFRJ em 2014, viabilizando sua implementação.

Relevante na comunidade acadêmica UFRJ desde 2016, é um Projeto de Extensão vinculado ao DCC-IM. Mais de 70 mil caronas foram registradas até a data – uma média de 20 mil caronas/ano. Transformado em código aberto, expandiu para os campi Praia Vermelha e Macaé, fortalecendo a Rede Caronaê.

A proposta consiste na efetiva reestruturação do projeto: em 2020, o uso do aplicativo foi interrompido pela inexistência de recursos para manutenção de servidor e lojas virtuais, com drástica redução de deslocamentos.

Por isso, os objetivos são aprimorar funcionalidades do app, analisar dados de mobilidade compartilhada nos anos de operação continuada e implementar piloto com empresas interessadas do Parque Tecnológico.

Verba destinada: R$ 49.880,00
Tempo de execução: 1 ano
Coordenador: Maria Luiza Machado Campos
Unidade da UFRJ: Instituto de Matemática

As experiências de resiliência das mulheres no Rio de Janeiro em resposta aos efeitos da pandemia do Covid- 19 como elementos para pensar em alternativas de organização social voltadas para a inclusão e a sustentabilidade

 

 

 

 

As mulheres e dissidências no Brasil partem de uma situação de marcadas iniquidades, dadas as características socioculturais pautadas nos papéis sociais de gênero e o caráter sexista e racista da organização da produção.

A crise sanitária, social e econômica gerada pelo Covid-19 acabou acirrando as desigualdades, sobretudo nas populações que habitam territórios de vulnerabilidade social. Nesses espaços, as mulheres racializadas são particularmente afetadas, dadas as características da sua inserção laboral e a ausência de políticas públicas sensíveis à gênero que, somadas à sobrecarga e desigualdade na distribuição dos cuidados, resultam em cenários de fragilidade.

Esse projeto busca, através de levantamento de dados, levantamento bibliográfico e pesquisa de campo, analisar as especificidades dos efeitos da pandemia sobre esses corpos feminizados, bem como visibilizar as formas de organização coletiva protagonizadas por mulheres dentro desses territórios, que podem ser utilizadas como inspiração para ações políticas concretas que visem a transformação das cidades a partir de um olhar da de gênero inclusivo e sustentável.

Verba destinada: R$ 31.250,00
Tempo de execução: 1 ano
Coordenador: Margarita Silvia Olivera
Unidade da UFRJ: Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro – CCJE

Projeto Escola Solar

O Projeto Escola Solar é um projeto de extensão criado em 2018 e em execução desde 2019 que se propõe a construir uma ponte entre o conhecimento produzido na UFRJ e alunos da rede pública de ensino.

A iniciativa visa promover um despertar sobre questões socioambientais e contribuir para a formação de jovens mais críticos, conscientes e transformadores da realidade em que vivem. É uma realização do Laboratório de Química de Superfícies (LaQuiS) do IQ/UFRJ, coordenado pela Profa. Maria Luiza Rocco.

O projeto tem estabelecido relações com a Secretaria Estadual de Educação para execução de palestras, minicursos, oficinas e a implantação de sistemas de células solares orgânicas que atuarão como instrumentos pedagógicos interdisciplinares.

Devido às restrições sanitárias, o trabalho tem se concentrado no planejamento estratégico das ações previstas, além da elaboração de materiais didáticos acessíveis ao público-alvo (estudantes do Ensino Médio) para serem publicados em um perfil no Instagram com o intuito de aproximar esses alunos de conhecimentos relevantes sobre a produção de energia sustentável e outros temas relativos à sustentabilidade.

Verba destinada: R$ 19.20,00
Tempo de execução: 1 ano
Coordenador: Maria Luiza Rocco Duarte Pereira
Unidade da UFRJ: Instituto de Química

Análise quantitativa da sustentabilidade do modelo agroecológico e permacultura em uma área de mata atlântica, com base em bioindicadores de diversidade e monitoramento acústico de anfíbios

 

 

 

O Brasil tem a maior diversidade de espécies do mundo, e é um dos maiores produtores de alimentos de origem agropecuária. O crescimento não sustentável dessa produção e da população urbana tem gerado intensos desmatamentos.

Esse conflito entre desenvolvimento e preservação tem levado a propostas alternativas de produção sustentável, como modelos agroecológicos e permacultura. Entretanto, poucos estudos mensuraram a capacidade de preservação da biodiversidade por esses modelos.

O projeto visa mensurar a capacidade sustentável do modelo agroecológico utilizando anfíbios como bioindicadores. Para isso, serão amostradas uma área de produção sustentável, uma desmatada e uma preservada em uma região de mata atlântica.

A comparação entre as áreas será feita através de índices que avaliam a similaridade de diversidade, a integridade do ecossistema e o impacto antrópico. Com isso, espera-se avaliar a efetividade de estratégias agroecológicas como modelos de produção sustentável.

Verba destinada: R$ 17.885,06
Tempo de execução: 1 ano
Coordenador: Fábio Hepp Silva Fernandes dos Santos
Unidade da UFRJ: Instituto de Biologia

Transição agroecológica: sustentabilidade na produção de alimentos no campo e na cidade

 

Esse projeto provém do Laboratório Questão Agrária em Debate (ESS/UFRJ), que atua há vários anos na extensão universitária com dois projetos: “Assentados da Reforma Agrária e Universidade” e “Poder Popular e Campesinato”.

Com apoio do Núcleo de Solidariedade Técnica/NIDES/UFRJ, tem objetivo de implementar e difundir a tecnologia de produção agroecológica de alimentos por meio da instalação de um Centro de Produção de biofertilizantes na Escola Agroecológica Ana Primavesi, do Movimento de Pequenos Agricultores (MPA). Também pretende atuar na produção, distribuição e capacitação para utilização desses insumos, assim como no processo de recuperação de uso do solo para fins de produção de alimentos orgânicos.

A produção de alimentos realizada via projeto será destinada à venda e, assim, resultará em melhoria da renda das famílias agricultoras, como também será destinada ao mutirão contra a fome, contribuindo para a redução das desigualdades social nos territórios rural e urbano.

O projeto prevê formação no manejo do solo rural e urbano com a geração de insumos ao final. Técnicos e docentes da universidade em diálogo com os saberes populares praticados nesses territórios atuarão conjuntamente.

Verba destinada: R$ 20.000,00
Tempo de execução: 1 ano
Coordenador: Elaine Martins Moreira
Unidade da UFRJ: Escola de Serviço Social – ESS

Abayomi: desenvolvimento de processos para a implantação de alimentação escolar quilombola

O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) faz parte da Política de Segurança Alimentar e Nutricional e atende estudantes oriundos das 6 mil comunidades remanescentes de quilombos (CRQ).
A legislação determina a compra preferencial dos agricultores familiares de CRQ e o respeito à cultura alimentar. Diante da escassez de qualquer instrumento orientador, nosso objetivo é desenvolver material técnico de instalação de processos de implementação de alimentação escolar quilombola.

Estão previstos:

1. O mapeamento dos materiais do PNAE em relação ao tema quilombo;
2. A elaboração de formulário de diagnóstico para identificar, em CRQ, os hábitos alimentares regionais, técnicas e receitas culinárias e produção da agricultura familiar;
3. O desenvolvimento de sistema de classificação do item anterior, baseado no Guia Alimentar;
4. A elaboração de instrumentos e estratégias para a implementação de alimentação escolar quilombola pelas entidades executoras do país que atendem CRQ.

Verba destinada: R$ 50.000,00
Tempo de execução: 1 ano
Coordenador: Mariana Fernandes Brito de Oliveira
Unidade da UFRJ: Campus Macaé

Aproveitamento integral dos alimentos nas redes sociais e na escola

 

Segundo a ONU, cerca de 931 milhões de toneladas de alimentos foram para o lixo em 2019, e quase 700 milhões de pessoas passaram fome. No mundo, estima-se que 30% dos alimentos comprados nos lares são desperdiçados.
Assim, com base na meta 11.6 da agenda 2030 no Brasil e no guia alimentar da população brasileira, esse projeto propõe divulgar em mídias sociais materiais educativos sobre o aproveitamento e a elaboração de produtos alimentícios com o uso integral dos alimentos.

Pretende-se, a partir do uso de partes não convencionais, como cascas, sementes, talos e folhas – ricas em nutrientes e compostos bioativos –, incentivar uma alimentação saudável. Nesse contexto, objetiva-se sugerir preparações, informar e desmistificar os efeitos químicos e biológicos em saúde destes componentes, por meio de uma linguagem lúdica e simples.

Serão realizadas oficinas culinárias em comunidades escolares para incentivar o consumo de comida de verdade, reduzir o uso de ultraprocessados e diminuir resíduos.

Verba destinada: R$ 20.000,00
Tempo de execução: 1 ano
Coordenador: Cristiane Mesquita da Silva Gorgonio
Unidade da UFRJ: Instituto de Nutrição Josué de Castro – INJC

Composta CT: um projeto piloto para a compostagem institucional na UFRJ

Esse projeto visa produzir um sistema de compostagem no Centro de Tecnologia (CT) da UFRJ para o tratamento de resíduos orgânicos gerados na unidade e no Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza (CCMN).

O método utilizado no processo de compostagem será o de leiras estáticas com aeração passiva, visando o baixo custo operacional e de implementação.

O dimensionamento será baseado no uso e integração de dados já existentes do Sistema de Alimentação da UFRJ, Decania do CT, Prefeitura Universitária e projetos do CT relacionados a resíduos.

A implementação da coleta seletiva de resíduos orgânicos começará pelo Restaurante Universitário do CT e, em parceria com a Decania-CT, se estenderá para as demais unidades de alimentação.

A operação do pátio ocorrerá em parceria com cooperativas cadastradas e os produtos gerados serão doados.
Esse será um projeto piloto do futuro Programa Composta UFRJ, tema do Trabalho de Conclusão de Curso do ex discente formado na UFRJ em 2020, William John Hester.

Verba destinada: R$ 45.000,00
Tempo de execução: 1 ano
Coordenador: Antonio Oscar Peixoto Vieira
Unidade da UFRJ: Núcleo Interdisciplinar para o Desenvolvimento Social – NIDES

Adaptação de espaços públicos à pandemia de Covid-19: Curso de formação de agentes locais multiplicadores

 

As cidades brasileiras têm tido dificuldades em alavancar soluções oficiais de combate à pandemia, contexto que reclama ações aderentes à sociedade civil com potencial multiplicador.
Esse projeto julga que a formação de uma rede de agentes locais é fundamental para construir respostas ágeis e replicáveis para as novas demandas. Assim, parte do conceito da multiplicação de saberes, considerando a comunidade de aprendizes, a necessidade de dominar processos e a reciprocidade.

A primeira ideia reside na formação de grupos multidisciplinares em busca de um saber que possibilite o uso seguro dos espaços públicos na transição pós pandemia; a segunda se baseia na difusão de ferramentas para que cidadãos se tornem agentes transformadores; a terceira se refere ao feedback: saber reavaliar.

O projeto propõe um curso de extensão que desenvolva habilidades e ferramentas para multiplicação de soluções de adaptação de espaços públicos na transição pós-pandemia por meio de ações de urbanismo tático.

Verba destinada: R$ 49.750,00
Tempo de execução: 1 ano
Coordenador: Adriana Sansão
Unidade da UFRJ: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – FAU

Práticas de Educação para a Sustentabilidade: pesquisa-ação em comunidades de baixa renda em Petrópolis/RJ

 

 

Esse projeto aprofunda experiências e práticas educacionais integrando hortas agroecológicas, cultivadas em Petrópolis-RJ no período de 1997 a 2021 (pós-doutorado de Atila Calvente na UFRJ-IE/INCT/PPED).

Envolve o cultivo simultâneo de hortas e árvores no entorno de nascentes, córregos, e em áreas degradadas por meio do envolvimento de crianças, universidades/comunidades, no meio urbano e no campo.

Foram investigados métodos educacionais não-formais, a metacognição e o aprendizado através do learning through doing.

A pergunta da pesquisa é: como práticas educacionais não-formais, holísticas e ecológicas podem contribuir para o aprendizado, a transformação social, sistemas de produção, segurança alimentar/nutricional e políticas públicas locais de sustentabilidade?

Verba destinada: R$ 47.550,00
Tempo de execução: 1 ano
Coordenador: Maria Tereza Leopardi Mello
Unidade da UFRJ: Instituto de Economia – IE

Educação popular, cultura e política: estratégias de reconexão democrática entre universidade e periferias em tempos (pós) pandêmicos

A proposta pretende realizar um conjunto de ações de extensão (cursos, oficinas, palestras, aulões, núcleos de pesquisa popular, intervenções artísticas, vivências etc) que configuram percursos formativos diversos e subsidiam modos de mobilização popular.

O objetivo é promover a articulação entre universidade e comunidades periféricas, na intersecção entre os campos da ciência política, saúde coletiva, educação e cultura popular no contexto, sem precedentes, de (pós) pandemia.

Os efeitos da pandemia, combinados à insuficiente resposta governamental brasileira ao seu enfrentamento, desafiou a continuidade das atividades educacionais (em escolas, universidades, pré-vestibulares comunitários, projetos de educação em cárcere, educação de jovens e adolescentes) e as formas de mobilização social, resultando em grandes perdas no aprendizado, nas práticas de pesquisa e nas intervenções sociais, em uma conjuntura de aprofundamento das desigualdades sociais.

O projeto potencializa-se a partir de parcerias com movimentos sociais e universidades brasileiras e estrangeiras.

Verba destinada: R$ 48.000,00
Tempo de execução: 1 ano
Coordenador: Thais Florencio de Aguiar
Unidade da UFRJ: Instituto de Filosofia e Ciências Sociais – IFCS

Morada da Corte Portuguesa, vitrine da nação e cidade olímpica: desenvolvimento, urbanização e favelização do Rio de Janeiro

 

O projeto tem como objetivo discutir o processo histórico de urbanização e de favelização da Cidade do Rio de Janeiro e propor ações, planejadas coletivamente, que possam ser aplicadas nas favelas, para que possamos de alguma forma minimizar os efeitos desse processo – muitas vezes perverso – de mudanças na configuração espacial da cidade.

Todo esse processo gerou uma série de impactos ambientais, de mobilidade, de exclusão social e de privação de direitos básicos para parte considerável de nossa sociedade.

Assim, é necessário que entendamos a necessidade de minimizar tais impactos e colaborar no processo de realizações de projetos que possam melhoras a qualidade de vida da população residente nas favelas, bem como instrumentalizar essa população com ferramentas teórico-práticas que poderá utilizar em diversas situações no decorrer dos anos.

Verba destinada: R$ 20.000,00
Tempo de execução: 1 ano
Coordenador: Rafael Navarro Costa
Unidade da UFRJ: Pró-Reitoria de Extensão – PR5

Cartografias Sociais Digitais: mapeamentos da violência de gênero na Maré

 

Propõe-se intervenção inédita no âmbito do projeto de pesquisa e extensão “Núcleo Políticas de Prevenção da Violência, Acesso à Justiça e Educação em Direitos Humanos”.

Com um trabalho interdisciplinar unindo Serviço Social, Psicologia, Direito e Saúde Coletiva, objetiva-se a construção de modelo conceitual e tecnológico de indicadores multidimensionais sobre violência de gênero em áreas urbanas de complexidade social.
Trata-se de pesquisa aplicada e experimental para preparar a UFRJ para transferência metodológica, em cooperação internacional com a King’s College da Universidade de Londres, visando a elaboração de cartografia social com tecnologia GIS em contextos de conflitos urbanos.

Será desenvolvido um piloto de mapeamento da violência sob perspectiva de mulheres na Maré, comunidade no entorno da UFRJ, em parceria com a Casa das Mulheres da Maré. Como resultado, será gerada nova expertise científico-tecnológica na UFRJ, viabilizando ações em redes interdepartamentais e internacionais.

Verba destinada: R$ 127.000,00
Tempo de execução: 1 ano
Coordenador: Miriam Krenzinger Azambuja
Unidade da UFRJ: Escola de Serviço Social – ESS

Aplicativo móvel para mulheres em processo de aleitamento materno em tempos de Covid-19

O objetivo desse projeto é desenvolver e validar um protótipo de aplicativo móvel para mulheres em processo de aleitamento materno em tempos de COVID-19. A amamentação é um dos poucos comportamentos positivos em saúde mais prevalente nos países de baixa e média renda do que nos países de alta renda.

Na ausência da amamentação, a desigualdade em saúde seria maior. O ritmo contínuo de informações novas e conflitantes é um grande desafio, que pode influenciar no desmame precoce. O aplicativo é um meio transformador dessa comunicação, contribuindo com novos modos de relações. O estudo metodológico será com mulheres em processo de aleitamento materno no domicílio.

O desenvolvimento do protótipo seguirá etapas: comunicação, projeto rápido, desenvolvimento do protótipo, entrega do protótipo, validação do conteúdo. Os dados serão analisados por meio de medidas de tendência central e dispersão, Índice de Validade de Conteúdo e score do System Usability Scale.

A análise qualitativa das oficinas com as mulheres será análise conteúdo temática com softare Iramuteq e servirá de base para etapas de prototipagem com profissionais do designer e TIC. O estudo está no Comitê de Ética em Pesquisa HESFA.

Verba destinada: R$ 9.300,00
Tempo de execução: 1 ano
Coordenador: Marialda Moreira Christoffel
Unidade da UFRJ: Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira – IPPMG

Simplifica, UFRJ!

O projeto “Simplifica, UFRJ!” busca intensificar o diálogo entre a comunidade científica e o público geral com o objetivo de reduzir o distanciamento entre as duas partes.

Ao incentivar a simplificação do conteúdo científico de forma que seja compreensível para toda a sociedade, é possível levar conhecimento para jovens economicamente desfavorecidos e inspirá-los a ingressarem na universidade, promovendo, a longo prazo, a redução das desigualdades sociais.

Para isso, o projeto será composto por uma fase opcional de envio de vídeos explicando um conceito científico de forma simples em até três minutos e uma segunda fase de treinamento em habilidades de comunicação científica e envio de novos vídeos e pôsteres científicos didáticos.

O conteúdo produzido será divulgado em plataformas gratuitas acessíveis a toda a sociedade, além de serem exibidos em escolas da rede pública.

Verba destinada: R$ 20.000,00
Tempo de execução: 1 ano
Coordenador: Luiza Chimeli Ormonde
Unidade da UFRJ: Não informado

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Parque Tecnológico da UFRJ
Rua Leopoldo de Meis, nº 301, 3º andar
Ilha da Cidade Universitária, Rio de Janeiro (RJ) – Brasil
CEP: 21941-855

Tel: +55 3733-1800
E-mail: parque@parque.ufrj.br

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